quinta-feira, 29 de março de 2012

MÚSICA PARA HOJE...

...mas não estou velha,nem louca.
Apenas cansada.Muito cansada!

                                

quarta-feira, 28 de março de 2012

BOM DIA


O dia amanheceu com sol...a semana já vai a meio...o mês está quase no fim...está cada vez mais perto a minha mini pausa de Páscoa...Tudo razões para sorrir!

segunda-feira, 26 de março de 2012

MÚSICA PARA HOJE...

            

                        Porque esta vida tem que ser levada num samba de uma nota/ pé só!

domingo, 25 de março de 2012

ANSIOSA POR UM FIM DE SEMANA AQUI


                                                 
                                                                  Descansar aqui...




                                                                   Aqui,um bom banho...




                                                 Um almocinho light...(no Alentejo?Duvido!)




                                                         Uma boa conversa ao serão...




                                                                        Acordar aqui!




                               E porque não?Esta vida são dois dias e este já está quase no fim!

sexta-feira, 23 de março de 2012

E ESTA HEIN?



Hoje na urgência de pediatria do Hospital de S. João ouvi esta mãe:

"-Isto é um c******tenho tanto que fazer e estou p´ra qui!
Se o puto se magoou na escola era a escola que devia estar aqui..."

Como é possível uma mãe pensar/falar assim?Apesar de também eu ter muito que fazer era incapaz de estar noutro local qualquer sabendo que a minha filha estava numa urgência!...
Obrigada à escola da minha filha por em 15 dias me ter chamado duas vezes...

quarta-feira, 21 de março de 2012

DIA MUNDIAL DA POESIA

No dia mundial da poesia um bonito e verdadeiro poema cantado....

                          

terça-feira, 20 de março de 2012

PRIMAVERA


E chegou em pleno!Um dia lindo de sol para carregar baterias...embora se fale num ano de grande seca,que a chuva é necessária,que as culturas e plantações estão em risco...é de dias assim que eu gosto!(Vá lá que chova só à noite!...)

segunda-feira, 19 de março de 2012

NO DIA DO PAI...


"Pai de verdade

Um pai de verdade nunca será terceiro. nem é ausente. é precioso nos mais pequenos gestos. é firme e sereno. é sóbrio. é justo e arrojado. terno e bondoso. e nem mesmo quando se afasta fica ausente.

1 - Ao longo da história, as famílias foram sendo machistas e matriarcais. A mãe seria, formalmente, o número dois da hierarquia familiar, embora fosse o elemento preponderante na educação dos filhos. O pai respondia pelos recursos económicos e pela lei da família, embora fosse um número um, realmente ausente nos momentos preponderantes da vida das crianças. Em rigor, as crianças tinham dois pais mas nunca usufruíam de ambos em simultâneo e por inteiro. Apesar disso, o pai sempre se acomodou a essa função de elemento de segunda necessidade para o desenvolvimento das crianças: às vezes, porque era colocado, pela mãe, longe da relação com os filhos; às vezes, porque se excluía dela, tornando-se ausente.

O século XX transformou, profundamente, o lugar do pai. As crianças foram morrendo menos no primeiro ano de vida e, por isso, as gravidezes diminuíram. Os métodos contraceptivos tornaram-se mais eficazes As mães passaram a ter uma vida profissional e muitos pais passaram a reclamar mais vida familiar.

2 - O pai é importante para o crescimento das crianças? É. E se muitas mulheres incentivam a «maternalização» do pai (repartindo com ele a educação dos filhos), outras continuam a exigir para si um protagonismo exclusivo que o coloca, invariavelmente, como terceiro na relação mãe/filho.

Ora, o pai – um pai de verdade – nunca será terceiro. Nem é ausente. É precioso nos mais pequenos gestos. É firme e sereno. É sóbrio. É justo e arrojado. Terno, empreendedor e bondoso. E nem mesmo quando se afasta fica ausente. É pai. Para sempre.

3 - Mas há pais que se ausentam e, com isso, magoam um filho. Haverá – de forma simplista – três formas de um pai se tornar ausente para os seus filhos: quando morre, logo que se demite e sempre que se afasta.

Há pais que morrem em vida, devagarinho. Serão, entre todos, os mais dolorosamente ausentes. Acompanham a vida dos filhos, desde sempre. Mas desconhecem-nos. Demitem-se de lhes ler o coração ou de se colocar, por instantes que seja, no lugar deles. Imaginam valer pelos bens que transmitem e nunca pelos sonhos que conquistam (esquecendo que os pais mostram um caminho sempre que o percorrem, nunca se o indicam). Mas morrem um bocadinho se não abraçam. Morrem quando não brincam. Morrem sempre que decepcionam. E são tantas as decepções que os seus gestos acumulam que, quando morrem de facto, os filhos atestam um óbito (mais que desmoronam num choque). E, ao morrerem, deixam a pior de todas as saudades: a saudade pelo que não se viveu. Não são pais pelos gestos que dão mas por tudo o que os filhos desejavam que dessem.

4 - Outros pais tornam-se ausentes quando se separam. Ao contrário do que se diz, não são, por isso, piores pais (embora alguns destes só despertem para os seus deveres de pais com o divórcio). E, se bem que muitos sejam, escandalosamente, descriminados pelo género sexual, quando se trata da atribuição do poder paternal dos seus filhos, muitos divórcios são amigos doutros pais: atribuem-lhe os filhos pelo tempo que, de modo próprio, nunca reivindicariam (tornando-os mais presentes, por dentro, depois de se tornarem, realmente, ausentes, por fora).

O grande problema dos pais de fim-de-semana é que se sentem tão pouco pais que imaginam valer mais pela benevolência de Pai Natal do que por eles próprios. Daí que desde o circuito das pizzarias, nos centros comerciais, até à forma como competem pelo amor dos filhos, em troca de uma t-shrt ou de outros ténis, tudo vale. E, pior, sempre que não são telepais, o exíguo espaço de tempo que compartilham com os filhos, empurra-os para a função de amigos mais velhos, mais ou menos demissionários (quando se trata de definir regras ou limites) que é tudo o que um pai não deve ser.

Alguns destes pais tornam-se ausentes por fora e por dentro. A sua ausência parece legitimá-los nas omissões em relação a momentos fundamentais da vida dos filhos. Falham nas alturas em que a sua presença seria imprescindível. Exigem e intimidam, como se todos os direitos que reclamam não se devessem iniciar em idênticos deveres. Na verdade, não são pais. São, simplesmente, progenitores.

5 - Ora, o pai – um pai de verdade – nunca será terceiro. Não é ausente. Nem amigo ou progenitor. É precioso nos mais pequenos gestos. É firme e sereno. É sóbrio. É justo e arrojado. Terno, empreendedor e bondoso. E nem mesmo quando se afasta fica ausente. É pai. Para sempre."

Eduardo Sá
Pais e Filhos

quinta-feira, 15 de março de 2012

HOJE


No fim da reunião pedagógica de hoje a Delegada da Direção disse:
Del-Cuidado com a M.!Anda passarinho na costa..
Eu-Acha que sim?
Del-Irradia felicidade...
Eu-Estou de bem com a vida sim...passarinhos há muitos,mas o problema são os abutres...
Del-Mas não a conseguem deitar abaixo...
Eu-Não de forma alguma...

quarta-feira, 14 de março de 2012

POR ACASO ATÉ MERECIA,MAS NÃO...


Há determinadas atitudes,que determinadas pessoas tomam que na verdade não merecem resposta.Não por cansaço,não por medo mas simplesmente porque não merecem que se lhes dê a importância que efectivamente,não têm!
Acredito que o futuro se encarregará de lhes mostrar o quanto estavam errados só que o futuro não é já amanhã!...

domingo, 11 de março de 2012

NÃO VEJO A HORA...


...de me atirar hoje para a minha cama.
Duas noites com poucas horas de sono e as poucas mal dormidas puseram-me ko este fim de semana!
Uma nova semana vai começar e pelo que tenho agendado vou andar num corropio...
Quando será que eu vou ter a pausa que preciso e mereço?

quinta-feira, 8 de março de 2012

DIA DA MULHER


Não festejo o dia da mulher porque para mim ele é os 365 dias do ano (este até temos mais um...)mas não podia estar mais de acordo com este texto de Miguel Esteves Cardoso:

"As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis, daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos.
Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade. Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. (...)
São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem. As mulheres do Norte deveriam mandar neste país. Têm o ar de que sabem o que estão a fazer."

segunda-feira, 5 de março de 2012

ENTÃO É MELHOR SIMPLIFICAR...


Uma vez que tudo é temporário o melhor mesmo é simplificar e não deixar nada por fazer nem por dizer!E esperar que dê tudo certo!

quinta-feira, 1 de março de 2012

E JÁ CÁ ESTAMOS...


Chegamos a Março com a velocidade supersónica com que eu ando...mas nem sei bem como,porque se me soprarem acho que me desmancho!..